Grover na teoria e, principalmente, na prática

GROVER NA TEORIA E, PRINCIPALMENTE, NA PRÁTICA

No fechar das cortinas do segundo dia de lives do 18º Agronegócios Copercana, a Syngenta preparou uma apresentação especial de seu lançamento, o herbicida Grover. A qual percorreu todos os detalhes técnicos, através de palestra de seu DTM, Lupérsio Garcia e finalizou com um testemunhal prático, relatado pelo RTV da Copercana em Pitangueiras, Carlos Abel Madeira.

Na primeira parte foi minuciado as principais características do produto, como: formulação diferenciada, espectro, residual, flexibilidade de aplicação (semisseca ou semiúmida) e seletividade (tanto para a cana, como para as culturas vizinhas).


No bate-papo entre os participantes (também fizeram parte os RTVs da Syngenta, Thiago Fornasiari e Artur Pinheiro) sobre a experiência de Madeira com a tecnologia, ele relatou ter indicado o uso em pós emergência tanto tardia, quando a pressão das plantas daninhas já estava alta, como no momento inicial.

Sua impressão, no uso tardio, foi que quando as invasoras acamaram, o residual do produto foi muito longo. Quanto em casos de emergência inicial ele levou imagens de uma área em Bebedouro que o surpreendeu pela limpeza após 100 dias da aplicação mesmo com o histórico de grande variedade de daninhas, a cana próxima dos 20 centímetros, a aplicação ter sido feita praticamente no seco (após uma chuva de 40 mm depois da grande estiagem do ano passado) e precipitação de 1,6 mil mm até o fechamento do canavial.

Conheça as novidades da tecnologia e todos os detalhes da experiência vivida pelo profissional da Copercana acessando a live na íntegra CLICANDO AQUI. 

 

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