Veículos abastecidos com etanol podem ter rendimento acima do esperado

Carros abastecidos com etanol podem ter rendimento levemente superior ao que é divulgado na etiquetagem veicular, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Mauá de Tecnologia, com apoio da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
Tendo por base veículos populares de diferentes categorias, o estudo avaliou que a eficiência energética do álcool em relação à gasolina comum (que contém 27 por cento de etanol anidro) varia de 70,7 a 75,4 por cento.
Em contrapartida, as performances apontadas pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) para os mesmo modelos oscilam de 66,7 a 72,1 por cento.
Segundo o chefe da Divisão de Motores e Veículos do Instituto Mauá de Tecnologia, Renato Romio, alguns fatores que podem influenciar a eficiência energética dos automóveis incluem a evolução técnica dos motores flex, percurso do veículo, a forma de dirigir e o teor de etanol na gasolina.
“Vale lembrar que o PBEV utiliza como padrão a gasolina com 22 por cento de etanol anidro. Esse é mais um ponto que reforça a diferença que pode haver na autonomia dos veículos em vias públicas”, acrescentou.
O etanol é conhecido por ter uma eficiência energética de 70 por cento da gasolina, e por isso se torna competitivo ante o derivado de petróleo quando seu preço está abaixo desse percentual.
“A maioria dos motoristas faz a conta considerando o preço somente na hora do abastecimento, quando na verdade também deveria avaliar a autonomia do veículo com os dois tipos de combustíveis. Essa relação pode ser diferente de 70 por cento”, comentou, tendo por base os resultados da pesquisa.
Carros abastecidos com etanol podem ter rendimento levemente superior ao que é divulgado na etiquetagem veicular, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Mauá de Tecnologia, com apoio da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
Tendo por base veículos populares de diferentes categorias, o estudo avaliou que a eficiência energética do álcool em relação à gasolina comum (que contém 27 por cento de etanol anidro) varia de 70,7 a 75,4 por cento.
Em contrapartida, as performances apontadas pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) para os mesmo modelos oscilam de 66,7 a 72,1 por cento.
Segundo o chefe da Divisão de Motores e Veículos do Instituto Mauá de Tecnologia, Renato Romio, alguns fatores que podem influenciar a eficiência energética dos automóveis incluem a evolução técnica dos motores flex, percurso do veículo, a forma de dirigir e o teor de etanol na gasolina.
“Vale lembrar que o PBEV utiliza como padrão a gasolina com 22 por cento de etanol anidro. Esse é mais um ponto que reforça a diferença que pode haver na autonomia dos veículos em vias públicas”, acrescentou.
O etanol é conhecido por ter uma eficiência energética de 70 por cento da gasolina, e por isso se torna competitivo ante o derivado de petróleo quando seu preço está abaixo desse percentual.
“A maioria dos motoristas faz a conta considerando o preço somente na hora do abastecimento, quando na verdade também deveria avaliar a autonomia do veículo com os dois tipos de combustíveis. Essa relação pode ser diferente de 70 por cento”, comentou, tendo por base os resultados da pesquisa.

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